07 setembro 2006
Mais uma pérola
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Memórias do Padrinho - uma contribuição
Era obrigatório em todos os Dia dos Senhores aparecer o insidioso padrinho e a inocente criança. Nunca soubemos o sexo da criança, nem a idade do padrinho. Mas a verdade é que sempre desconfiámos deles.
O blog ressuscitou na memória dos fiéis ouvintes as personagens. E gente, muito boa gente fez questão de lhes dar rosto. Assim a surpresa da manhã no meu mail foi ver esta tira que agora publico. Pela primeira vez eles aparecem!

Um pequeno senão: pessoas com mais de 10 dioptrias vão ter dificuldade em ler. Mas se houver dúvidas eu explico!
Um obrigado especial à Manuela e ao Jorge. Há gente doida no mundo para além de nós. Obrigado Senhor!
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Memórias de viagens I
Isto hoje está para as recordações. Há dias assim. A arrumação do disco duro também ajudou a este sentimentalismo. Esta foto não é tão antiga assim. Menos de 1 ano. Natal 2005. Coruña. Passamos o dia nas compras e no passeio. Só cantamos no dia a seguir (20 ou 21, a memória já não vai lá). Aqui estamos na praia do Riazor. O tempo estava excelente. E nós com ar de quem passou a fronteira para trabalhar.
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Joca
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06 setembro 2006
Memórias da Rádio I
Neste trabalho arqueológico desenterrei as emissões do Dia dos Senhores, um programa de rádio que fizemos na Rádio Nova juntamente com o Sérgio Sousa. 2 Horas ao domingo de manhã. Durante 10 meses toda a nossa insanidade veio a público. Cada domingo 1 tema. O Miúdo já colocou uma cantilena apresentada no programa dedicado às compras (Natal 2002). Aqui fica o genérico do programa. Para quem não conhece, aprecie. Quem foi bafejado pela sorte de ouvir o programa na altura, recorde! O exemplo de uma composição perfeita. Uma gentileza deste vosso humilde servo. Aguardem mais memórias. Há muitas.
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Pérolas que por aí andam...
ps: agradecimento especial a duas meninas, Jacky e Tânia, pela preciosa ajuda.
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Vozes da Rádio no Wikipedia
PS: De reparar na foto lamentável... Apesar do excelente momento captado pela nossa amiga Diana Silva, acontece que o sr. da ponta... o sr. de côr... o sr. assim um bocado para o forte... teve de levar tratamento digital para ser visto como os outros... Pela sua expressão facial, parece que já previa... De certeza que o arranjador fotográfico tem alguma coisa contra ele, só pode... desgraçado... tão boa pessoa que ele é, e fazem-lhe isto? Enfim... nem tenho palavras para qualificar acto tão cruel. Proponho juntarmo-nos à marcha lenta na vci, juntamente com o Joca, para defender mais esta causa. Por sinal, bem mais grave! Vamos acabar com o branqueamento parcial das fotos digitais!
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Os mails inúteis
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05 setembro 2006
Velhos hábitos
A velha guarda começa por fazer o arrefecimento vocal, liderada pela grandiosidade do Joca e o seu esbelto depósito de mosto, proveniente de um qualquer cereal maltado, que ele tão carinhosamente apelida de balde... Interessante esta perspectiva, fica com um bigodinho à Hitler!

Claro que eu não pude dispensar a tão saborosa água com gás. Fica sempre bem, mesmo estando rodeado por grandes apreciadores de álcool.

Decidimos então o que acompanhar com as bebidas... Os 3 abutres rapinaram um prato de variadas carnes, enchidos e pickles, enquanto eu fiquei pela bela da tosta de queijo... muito bem confeccionada.


Finalmente, após gladiarem-se pelas carnes, todos chegamos a um consenso: para calafetar, nada melhor que um quente e frio. Sabe sempre bem quando todos estamos de acordo...

E foi assim que mais um ensaio terminou. Pelo menos para mim, que já estou em casa... Gabo os meus colegas pela força de vontade que têm, pois mesmo a esta hora da noite conseguem arranjar tempo para investir em cultura. Pelos vistos combinaram ver obras de um estilista famoso. Isto sou eu a deduzir... à quantidade de vezes que ouvi o nome passerelle...
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04 setembro 2006
Oficialmente aberta a época 2006/07
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03 setembro 2006
Crónica de uma despedida de solteiro II (as gajas)
Lá me meti no carro e, valendo-me da experiência adquirida pelos anos, segui um carro de um dos convivas, o do Mari Carmen. Atrás vinha o Mário. Podia ter escolhido melhor lebre. O Mari Carmen deu umas voltas incompreensíveis ao quarteirão. Estou a ser injusto. Àquela hora, naquele sítio e depois do jantar tudo era justificável. Fiquei a conhecer melhor (como se precisasse) a zona industrial. Finalmente encarreirámos rumo à Rua da Alegria. Porque era disso mesmo que toda a gente precisava: alegria. Aquilo que há uns anos foi bar da moda, com filas à porta, é hoje, com outro nome, um bar de strip, daqueles com varões e com disc-jockey que vai dizendo o nome das modelos (?) com uma reverberação que faz com que nada se perceba.
Chega a hora de confessar que estes lugares nada me dizem. Depois de ver um, vemos todos. Mais uma vez só muda o elenco. De resto, o filme é sempre o mesmo.
Havia meninas de pelo menos dois continentes: brasileiras, é claro (regra geral são estudantes de psicologia com umas cadeiras atrasadas) e do leste da Europa (podem ser de vários países, mas como já referi não percebi nada do que o disc-jockey dizia).
Ao som de “I believe I can fly” uma stripper dança, trepa ao varão, escorrega e depois de estar sem roupa, tapa-se com as mãos numa atitude pudica. Para quê meu Deus? (será prudente invocá-Lo nesta situação?). Segue-se outra e outra e outra. Fixei mais as músicas do que os passos de dança. Quase sempre baladas. No fim pedia-se aplausos. O melhor acontecia fora do redondel. O Securas, emérito advogado da nossa praça, abordou uma brasileira perguntando-lhe se era legal ou ilegal. Ofereceu os seus préstimos, soube que ela se chama Daiane e que vive na Areosa. Arranjou com certeza uma protegida, alguém a quem ele, com o seu espírito mais humanista, vai prestar assistência dedicada. Talvez por isso ela dedicou-lhe o strip. Foi bonito. Não me esqueço também do comentário do Mário (grande voz!) ao meu ouvido. Ele estava impressionado e num tom quase evangelizador disse-me: “estas tipas, assim tão lindas e tão bem feitas, podiam arranjar um marido e constituir família!”. “Pois podiam”, respondi eu. Não era capaz de articular mais nenhuma palavra, nenhuma ideia naquele momento. Mudei para Cola. Atitude sensata.
Momento da noite. Acontece sempre. O table dance para o noivo! Desta vez à frente de todos! Que excitante. Outra brasileira (esta tinha mais ar de ser estudante de veterinária) senta o Tó num sofá e esfrega tudo que há para esfregar no rapaz. A bancada à volta aprecia. Tudo a olhar sofregamente. O Tó no fim confessa que não “reagiu”. Não houve “reacção”. Compreensível amigo. Naquela situação, com o povo todo a ver, nem que fosse a Meg Ryan de há uns anos atrás e a Nicole Kidman (conforme está, que está bem), as duas ao mesmo tempo, provocariam o que quer que fosse neste teu amigo. No mínimo patético, o pobre do rapaz a ser literalmente espezinhado por dois peitos (sim, ela tinha dois!) e uma corja de bestas (na qual me incluo) a ver cada pormenor, cada movimento, como se fossemos júris de um combate de sumo ou de luta greco-romana.
A noite continuou. Mais umas conversas, uns olhos já semicerrados, um pesar da cabeça e a debandada quase geral passava das quatro. Houve quem continuasse. Eu fui à procura do carro. Depois de entrar, e quando já arrancava, vejo algumas das estudantes brasileiras à janela. “Oi gatinho, dá uma carona?”. Apesar de todo o meu altruísmo, não foi possível. Olhei para trás e… nunca as sentaria nas cadeiras dos miúdos. Não é cómodo para as estudantes. E, apesar da hora e de tudo o resto, ainda há um neurónio a funcionar. Foi esse que me levou a casa, sem que antes me tivesse enganado duas vezes no caminho. Dia 16 há casamento. Que bom!
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Joca
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Crónica de uma despedida de solteiro I (o jantar)
Ontem, no cumprimento de um ritual marialva implementado já no século XX, fez-se a chamada despedida de solteiro, ou seja, arranjou-se um bom argumento para um jantar e um mergulho no mundo da noite povoada por estudantes de psicologia brasileiras e que por cá lutam por um futuro mais risonho (gosto de por as coisas nestes termos, pelo menos para começar).
Já há muito que perdi a conta às despedidas de solteiro que fui. Inclusivamente já fui a duas da mesma pessoa, se bem que legalmente nunca mais se volta a ser solteiro. Todas seguem um guião idêntico. Muda só o elenco e o realizador. Com um realizador mais realista, há uns anos atrás, acabei a noite com uma pistola apontada à cabeça. A de ontem sempre foi mais pacífica.
Cheguei ao restaurante. Muito pouco de restaurante. Muito mais de central de camionagem em hora de ponta. Dezenas de grupos de noivos, noivas, aniversariantes, novos, velhos, feios, bonitos, tudo a dar ao dente e a abafar uma banda de brasileiros que cantava velhos clássicos de karaoke. No meio da confusão lá encontrei a “minha” mesa. Estavam lá quase todos: o Mari Carmen, o Tomadas, o Scotch, o Securas, o Pombinha, o Cromo, o Vanessa, o Átila, o Tom, o Joe, o Cremalheira, o Darth, o Mezenga, o Bragança, o Garrett, o Mário (finalmente um nome real) e outros que o nevoeiro da noite já apagou da memória. Havia também gente nova que eu não conhecia. Lembro-me do Micose, que me foi solenemente apresentado, pelo simples facto de ter passado o fim da noite a enrolar cigarros (fiquei na dúvida, aquilo era só tabaco, não era? Pelo menos foi a isso que me soube…)
Duas meninas bem apresentáveis vieram oferecer-nos favaíto. Os moscatéis portugueses são de longe superiores aos Martinis e quejandos. Pelo menos acredito que os nossos sejam feitos com uvas. Lá bebemos e depois começou a roda-viva das bandejas com cerveja que só terminou depois da conta estar paga. Toca a escolher. Carne para todos é claro! Longos minutos de espera aliviados por umas saladas, umas amostras de chouriço na brasa e um show único de uma menina de nome Tânia que literalmente descarregou uma bandeja de cerveja numa das pontas, molhando os que por aí estavam e partindo vários copos. O sumo do show foi mesmo o varrer do chão com a jovem a inclinar-se de forma muito pronunciada deixando o decote à vista dos comensais. Não se faz isto com gente tão jovem!
Finalmente as vitualhas! Posta e picanha a rodos. Tudo a comer e beber num regresso ao que de mais primitivo há no ser humano! E cerveja pois então, muita! Para aumentar o clima quase tribal começam rituais de dança brasileiros que incluem coisas execráveis como a dança da garrafa e músicas primárias com diminutivos como bundinha, esfregadinha e outros que felizmente não retive. O ponto mais baixo (ou mais alto depende da perspectiva) foi o mega êxito “aaah, é o amôôôôô, ai, ai, ai é o amôôô…”. Comentei (na altura ainda conseguia fazê-lo) com o Mari Carmen o raio de aculturação deste povo que vai buscar sempre o que de mais rasca há dos outros e toma como seu. Se não vai ao nordeste, vai ao Caribe. Ainda para mais se há povo sem ritmo e falta de jeito para dançar é este. Mas estava ali toda a cultura do pé descalço, ou pior, do chinelo de meter o dedo. Sobremesas e caipirinhas. E lá continuavam alegres, felizes, caras femininas e masculinas ora dançando, ora cantando em berros os clássicos do rodízio. Na mesa atrás duas miúdas lindas e bem bronzeadas esfregavam-se freneticamente deixando pasmados tunos e antigo ensaiador (seriam lésbicas? Raio de curiosidade masculina que alimenta fantasias. Acho que o Mezenga tirou isso a limpo. No casamento tenho que lhe perguntar). Na mesa em frente um tipo de facies nórdico tão depressa estava a dançar com um amigo, como saía em ombros com duas amigas em direcção à casa de banho, revirando os olhos. Os cafés tardavam. Mais caipirinhas. Estranhamente já havia nevoeiro lá dentro. Não era só o fumo. Era eu mesmo que já estava a ver as coisas turvas. As propostas para o resto da noite passavam por Vigo, mas com o decorrer do tempo foram perdendo força. Passava da uma quando veio a conta. 579 Euros que ninguém estava em condições de reclamar ou de conferir. E tudo pagou de sorriso nos lábios. Até porque havia continuação da jornada.
E porque isto já é mais que um post, é um capítulo de diário, conto em próximo post a segunda parte. Para muitos a melhor. A parte das gajas.
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Joca
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02 setembro 2006
Setembro em GRANDE
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01 setembro 2006
Como começar?
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