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18 janeiro 2009

Assim põem-nos vaidosos.

É o caso do nosso amigo Pedro Pimentel, que nos fez chegar um simpático cartão acompanhado de umas imagens que nos encheram de vaidade. Aqui ficam algumas dessas pérolas.
Caro amigo, um grande obrigado, um grande abraço e um beijinho especial para as nossas novas fãs da secção infantil!










31 janeiro 2007

Um sábado de Janeiro...

Pois é, temos andado arredados. Muito trabalho por um lado, pelo lado dos que trabalham. Refiro-me a mim é claro, e por outro, gente, meus colegas para ser mais preciso, com dificuldades económicas e com net rasca em casa. Gente que ainda funciona com modems de 56K, percebem? Mas há ainda pior aqui no nosso tasco: há aqueles que por miserabilismo compram o pacote mais barato do mercado e que ao fim de quinze dias já estouraram a meia dúzia de megabites que têm para download. Depois para não gastarem mais… nem abrem a net até à entrada do mês seguinte. Existe até aqui no meio deste grupo, gente que pensa que blog é a forma mais aproximada de pronunciar bloco por um indivíduo depois de ter um AVC. O mesmo que, quando dizemos que o nosso pc está com vírus, julga estarmos a falar da crise do comunismo. Sim, são os meus coleguinhas! Sim, mais que pobres de carteira, são mesmo de espírito!
Bom, mas falemos deste magnífico quinteto. No passado dia 20, fomos convidados para estarmos presentes num jantar de aniversário do Lions Clube da Boavista. Se é na Boavista só pode ser chique, pensei logo, e por isso mesmo até troquei de calças e camisa. Pus perfume e fiz a barba. Como eu, os meus outros três colegas caucasianos também se esmeraram na apresentação. Ainda assim, durante a comezaina marcámos a diferença por sermos os únicos sem gravata! Gente humilde e do subúrbio é assim, mas havemos de melhorar. Estarão neste momento, os senhores leitores, a questionarem-se: então e o africano? Pois amigos, a janta foi servida num hotel de 5 estrelas, no hotel do Sr. Engenheiro, mesmo ao lado do Portobeer e logo à nossa chegada todos juntos que o nosso Vilhas foi desviado e conduzido para a Sanzala e até hoje não o voltámos a ver.
Houve discursos, houve distribuição de uma verba angariada noutra ocasião, para a investigação da paramiloidose, houve aplausos e saudações à bandeira (temi um regresso ao tempo da mocidade portuguesa, mas não, foi só um fantasma!) e finalmente entraram as vitualhas para sossego dos estômagos de um povo já faminto. No final os 4/5 das Vozes presentes cantaram 3 cançonetas, forma de agradecer tão gentil convite e contribuir com aquilo que tentamos saber fazer para um serão de boa memória para os restantes comensais.
Fica aqui um agradecimento ao Rui, companheiro de mesa que nos enviou as belas fotos que podeis ver em baixo. Também uma saudação especial para os amigos de Lisboa que connosco comeram. Vir ao Porto é sempre um espectáculo, não é?

Olhai que lindo! Lá em cima, os três porquinhos em meditação antes de vestirem a roupa de palco e brilharem nos salões do Porto Palácio Hotel. Depois as fotos do Rui. Na de cima, nós e o Rui, que se prepara para substituir um outro Rui, que por vezes canta connosco. Em baixo, uma série de Leonesas e um Leão. Toca a rugir!

06 janeiro 2007

Dia de Reis

Este blog prima pela seriedade, pela sobriedade e pela actualidade. Por isso, em dia de Reis, é nosso dever colocar aqui uma canção que fale exactamente sobre esses homens que guiados pela estrela visitaram o Menino na gruta de Belém.
Há, em nome do rigor, que dizer, que afinal ninguém sabe ao certo se eles eram mesmo três Reis. Nada nos evangelhos nos diz sobre o número de indivíduos com coroa na cabeça que frequentaram a gruta onde Maria deu à luz, nem sequer há apócrifos que apontem nesse caminho. E com bom raciocínio chegamos igualmente à conclusão que um deles ser negro é apenas para a história de Belém ser em tudo politicamente correcta. Mais lógico seria haver um sul-coreano como nas Nações Unidas, porque a oriente de Belém não há negros. Há amarelos, mais claros ou mais escuros, sejam eles do norte ou do sul. Cá para mim, tal como a Coca-Cola está por trás do Pai Natal, os Reis Magos tem o suporte da Benetton.
Em Portugal desde 1910 que os Reis deixaram de ser festejados… bom, não é bem assim. Andava eu na minha primeira classe e ainda se festejava os Reis prolongando as férias até depois do dia 6. Bons tempos, e só por este motivo, julgo que seria de retomar a tradição.
Países civilizacionalmente mais atrasados, vivendo ainda o medievalismo monárquico, festejam este dia com toda a pompa. O mais tribal nesses festejos é o arremesso de caramelos sobre uma multidão em festa, lembrando-me a minha primeira ida a Lisboa e concomitante visita ao zoo onde presenteei macacos da mesma forma, mudando apenas os caramelos para amendoins. Há ainda outra diferença. Ao contrário do povo que aguarda os caramelos com guarda-chuvas e sacos para fazer espólio, os macacos são mais comedidos e apenas comem o que o apetite lhes pede.
Para marcar o dia, tal como acima está dito, nada como vos deixar uma canção tradicional inglesa (outro recanto que ainda presta vassalagem à coroa), como foi cantada em Viseu e com dois elementos que merecem chamada de atenção: o adufe nas mãos do Vilhas (que recusa ser chamado de adufeira de Monsanto) e ainda um bocado de Seal. Não nos perguntem porquê. Um dia saiu assim em ensaio e ficou. Até porque é sempre bom evocar um homem que faz a barba com um martelo pneumático.

01 janeiro 2007

Primeiro dia do ano

Ao olhar aqui para baixo no blog, sinto estar mais na presença de uma página de uma trupe circense, ou de jongleurs com subsídio de desemprego, do que propriamente na de um grupo musical.
Por isso pareceu-me bem voltar à raiz e esgalhar agora aqui umas palavras sob fundo musical.
Confesso que a passagem de ano nunca me disse muito. Para mim a única diferença entre o dia 31 e o dia 1 são as 24 horas a mais que vivi. Apenas e só isto. Há uns anos atrás ainda frequentei umas festas, ainda andei de casa em casa. Dessas andanças recordo agora uma passagem de ano (qual? Não sei) em que em casa de um amigo, já ia alta a noite, insisti em querer esganar uma rola para fazer um arroz, até porque a desgraçada não se calava e estava a incomodar-me… houve bom senso e a rola lá acabou por poder gozar o novo ano. Essa mesma noite acabou em minha casa, com alguns amigos em estado de euforia total e com a minha pobre irmã a tentar manter as coisas nos sítios. Felizmente já passou e não tenciono fazer nenhum remake com nova tecnologia digital.
Para aqueles que acreditam que as coisas más se enterram no ano velho, que o dia que hoje se vive é início de um ciclo novo, para os que desejam mudar e servem-se da folha do calendário para o fazer, para os que, como eu, se borrifam para o incremento de uma unidade no ano, fica aqui o Primeiro dia do Mundo, tal e qual o cantámos em Viseu no passado dia 20. Para que o primeiro dia do ano traga a alegria da nova vida. A todos um excelente 2007.

24 dezembro 2006

À espera do Natal II

Já aqui se disse que este ano para a reedição do álbum Natal resolvemos acrescentar dois temas. Um deles um clássico, o “Jingle Bells”, e outro um original.
O original “À espera do Natal” tem pouco mais de um mês, o que significa que ainda está verde nas nossas leves cabecinhas. Daí que, enquanto se montam luzes, microfones, colunas, se faz o som e se acertam níveis, aproveitemos para ir exercitando a canção.
O que aqui se vê passou-se em Viseu, na última quarta-feira, durante os ensaios da tarde. São 3 momentos diferentes para a mesma música. Chamo a atenção para 2 particularidades: a técnica hand in hand, que usamos com a handicam, fazendo-a circular enquanto cantávamos. Outra, está mesmo no finalzinho, e que é uma constante de há uns anos a esta parte. O Miúdo gosta de cantar um êxito do momento (que curiosamente já tem alguns anos) sempre bem perto de mim, porque sabe que não acho grande piada à música. Uma estranha forma de mostrar a sua amizade por mim, talvez.
Quanto ao Natal… ele aí vem a caminho. Chega hoje. A espera acabou. Vamos pois recebê-lo de braços abertos. Um Feliz Natal para todos!