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07 junho 2011

Criatividade

Há uma semana atrás, o fado dominou o nosso tasco. Hoje, tenho mais uma sugestão bonita. Vou chamar-lhe hip-hop guna. Um hino ao líder dos Ultras Ribeira. A poesia é assinalável: "na Ribeira já se nasce dragão/de brinco na orelha e de fugante na mão". Tudo muito light, muito cantabile.



Como é que descobri esta maravilha? Através de dois alunos. Por sinal, muito criativos. A criatividade permitiu-lhes pegar em algo que está muito bom e torná-lo excelente. E a prova está à vista.

10 maio 2011

Resposta ao azar

Estamos a atravessar tempos difíceis. Diria até de grande azar, inspirando-me no último esgalhanço do Tomi. Mas não é preciso sofrer mais! A resposta à prece de tanta gente veio directamente da minha caixa de correio. Comprovem:


Este digníssimo professor consegue mudar a nossa vida. E, numa prova de grande humildade, admite que Deus também pode mudar. Mas como Deus não é um astrólogo cientista espiritualista vudu, fica difícil fazer as coisas sozinho! Dá para perceber pelas breves palavras do professor que consegue dar resposta a muitos problemas que existem na nossa sociedade, no país, no mundo... E, se lerem com muita atenção, poderão constatar, como eu o fiz, que o nosso PM já contactou o professor. Ora acompanhem-me:
  1. juntar dois amores separados em menos de 24 horas - só me vem à cabeça o debate entre o próprio e o Portas, principalmente aquele último aperto de mão...
  2. negócios - apesar do PEC 4 ter sido chumbado, não correu assim tão mal, para o seu lado.
  3. invejas - há umas semanas, o Passos Coelho aparecia em primeiro nas sondagens, com alguma distância. Agora, nem por isso.
  4. maus-olhados - a quantidade de gente que lhe tem rogado pragas era o suficiente para ele estar entrevadinho no seu leito! Mas ainda tem forças para correr numas mini-maratonas.
  5. saúde - ver ponto 4.
  6. doenças espirituais - duvido que o espírito ainda habite a carcaça. Esta não conta.
  7. Impotências - ver ponto 1.
  8. Sexuais - tive dificuldade em entender o que o professor queria dizer com isto...
  9. justiça - Desde freeports a diplomas de domingo, é só escolher...
  10. vício de droga - não aplicável. O dinheiro não dá para isso... Só para fatos humildes que compra.
  11. tabaco e álcool - dois produtos onde fica bem subir os impostos. Sempre a escalar!
Já está convencido? Vá, se precisar, ligue! O trabalho é feito à distância e o pagamento só é feito depois do resultado! Um exemplo para todos nós. Acredito que o futuro será assim.

03 maio 2011

O terrorismo vocal além fronteiras

Morreu recentemente um ícone... O Big Laden (como ouvi, hoje, alguém dizer) foi um terrorista que deixou marcas por todo o mundo. Tal como ele, as Vozes da Rádio conseguem deixar marcas, até no estrangeiro. Se não acreditam, vejam o vídeo seguinte, bem como os seus comentários... E, se acharem que os espanhóis não têm razão, ripostem com o vosso melhor português! O Bin atacou na Atocha. Nós começámos por Santiago de Compostela... Mas não ficaremos por aí... muahahahah!!!

19 março 2011

Poema para tempos modernos

A minha arte para versejar nunca foi grande coisa. Na realidade as quadras saem-me com a mesma facilidade com que qualquer libio se arrisca a ser bombardeado no dia de hoje, mas regra geral o que me sai é lixo, ou porcaria, ou imoralidade.
Não tenho a elevação dos grandes poetas, nem as imagens ricas dos nossos letristas. Faço rimas em ão, ar e er... e poucas variações sobre isto. Já pensei até desafiar-me a escrever um disco todo de coisas sem interesse tendo como limite o relógio: 6 horas para letras, músicas e arranjos para as Vozes. Sem ser um repentista, como os cantadores do Nordeste Brasileiro ou os nossos Minhotos do canto ao desafio, a porcaria sai-me com facilidade. Infelizmente só sai mesmo porcaria. Ontem enquanto ouvia pela enésima vez as notícias sobre o PEC, a crise política, o FMI e o provável FIM, surgiu-me uma ideia para uma letra, que gostaria muito de ver cantada pelo nosso amigo Quim Barreiros. Aqui fica para todos, aquilo que eu, o noticiário e o trânsito parimos a meias:


A coisa já corre mal
Para toda a populaça
A desgraça nacional
De quem já anda sem massa

Ainda assim arranjei
Forma de mais ir buscar
Nem o gajo do bolo-rei
Me iria atrapalhar

Fui mostrar aos grandalhões
O meu PEC bem aberto
E eles, espertalhões
Disseram-me que estava certo!

Vou com ele até à morte
E só o mostro a quem merece
Se és da terra não tens sorte
Nem mesmo se fores PS

Tens de falar estrangeiro
Para o veres até ao fundo
Sou agora mensageiro
Do melhor PEC do mundo!

Eu abro o PEC,
Pra quem lá quiser meter
Eu mostro o PEC,
A quem me der de comer
Eu dou o PEC
Aos grandes do estrangeiro
Eu amo o PEC
E quem me fez engenheiro!

15 janeiro 2009

Pontapé Tecnológico

Com o Sócrates, o choque tecnológico foi frontal... Agora abram alas para o...

PONTAPÉ TECNOLÓGICO!!!
(mistura entre o choque tecnológico e um valente pontapé na gramática)

"Mais desempenho, mais devertimento" é a nova máxima para todos os utilizadores deste fantástico computador portátil, desenhado especialmente para professores-midget 



Vista global das potentes 10 polegadas. Mais um produto que transpira a expressão Size doesn't matter

28 dezembro 2007

Deolinda, ai cara linda

Esta é uma canção tão imoral que, apesar de eu a já ter escrito há mais de um ano, nunca tivemos coragem de a estrear. O arranjo a cappella está feito e ensaiado, mas o conteúdo lírico (assinado por um primo que padece da mesma deformação mental que eu sofro) tem-nos inibido de fazer a apresentação pública a vozes da canção.
Quando o Márvio Fisz, da Desigual, nos desafiou para fazer algo diferente e (cito) “soltar a franga”, avançámos para o projecto paralelo RenasSer, inspirado também no tema da festa da Desigual “Life Party”. Nessa altura achámos que este Deolinda, Cara Linda seria perfeito, pois no fundo, trata-se de uma positiva mensagem de vida. Por ser interpretado pelo nosso alter-ego Boys Band de inspiração espiritual e bissexual, optámos pela versão instrumental. A coreografia inteiramente desenvolvida por nós tem raízes nos Kraftwerk, em Gene Kelly e nos rituais tupinambás da Amazónia.
Para poderem beber toda a riqueza da mensagem fica aqui o texto. E fica também a moral: O amor ainda é possível! Basta procurá-lo.


Refrão
Deolinda, ai cara linda,
Menina tão sensível.

Veio de muito longe
De uma aldeia lá de cima
Foi prós têxteis trabalhar
Era Deolinda uma menina.

Num dia muito triste
Malhas que o Diabo teceu
Sobre a infeliz mocinha
Uma desgraça se abateu,

O peso de um fardo de roupa
Nas frágeis costas trazia
Quando caiu nas escadas
E fracturou a coluna e a bacia.

Refrão

Ao cair a pobre garota
Numa panela foi embater
Acabou por ser atingida
Por água que estava a ferver.

Com feias queimaduras,
E a face toda marcada.
Deixou de andar Deolinda,
Na cama ficou entrevada.

Sobre aquela casa humilde
Abateu-se o sofrimento.
Sem dinheiro e aleijada
Vivia Deolinda seu tormento.

Refrão

Na hora da novela
Toda a dor se mitigava.
Os artistas apaixonados,
E a menina sonhava.

Deolinda queria o Amor
Ser como qualquer pessoa.
Mas não há amor impossível
Ainda que isso nos doa.

A crueldade do destino
Voltou para a castigar.
Num mês a ruim doença,
Seus pais lhe veio roubar.

Refrão

Ao colo dos vizinhos
Junto de uma campa rasa
Despediu-se Deolinda
Voltando triste para casa.

Voltou também aos sonhos
Aos desejos de ser amada.
Ter um homem nos braços
Sentir-se mulher desejada.

Se o bem não dura sempre
Quis o destino que um dia
Todo mal se acabasse
Num prémio de lotaria.

Refrão

Deolinda tinha apostado
Os seus últimos tostões
E transformou o seu sonho
Em mais de três milhões.

E a pobre menina aleijada
Uma cadeira de rodas comprou
Foi a Espanha comer marisco
E a sua vida mudou....

Deolinda ai cara linda
Menina tão sensível
Deolinda ai cara linda
O Amor ainda é possível.

09 dezembro 2007

Desigual rima com Amor Plural

Aos poucos fomos sendo aqui apresentados ora como monges, ora como arrumadores. Foi igualmente prometida uma explicação. Está na hora de a dar.
No dia 5 de Dezembro a Desigual, empresa de publicidade, celebrou o seu décimo aniversário e celebrou a vida, fazendo um jantar-festa de título Life Party. O seu proprietário, um carioca de nome Márvio Fisz, falou connosco e explicou que a ideia da nossa apresentação passaria por surpreender os convidados. Depois de vários brainstorms chegámos ao ponto final: antes das Vozes da Rádio iria haver a apresentação do grupo Renascer (que melhor forma de celebrar a vida do que voltar a viver…). Para este Renascer (que ainda se transmutou para RenasSer, numa clara homenagem ao Rudolfo do nariz vermelho) criámos história, criámos enquadramento, por forma a torná-lo um projecto credível e, quem sabe, de futuro na música portuguesa. É um alter-ego das Vozes, porque no fundo cada um de nós tem um Pessoa cá dentro.

RenasSer não é mais que uma boys band de inspiração cristã e com orientação sexual plural. Foi criado pelo Pe. Armando Possante, que recuperou jovens, tirando-os da vida promíscua e dissoluta e incutindo-lhes sentimentos de vida. Fê-los olhar a vida de outra forma, libertou-os dos vícios. Hoje estes jovens agradecem ao Pe. Armando, a vida que este agora lhes proporciona. A música foi elo de ligação. À música podemos igualmente atribuir um papel redentor. Foi ela que os fez chegar ao caminho da salvação.
Assumimos tudo. Particularmente, assumo a bela melodia e a não menos importante mensagem incluída na letra. Assumo igualmente a paternidade da criança que no fim clama: “Pai, nunca mais faças essas coisas feias, sim?”.
Fiquem com o vídeo dos RenasSer e do tema Amor Plural, que foi exibido durante o jantar, para preparar a triunfal entrada dos artistas … e desta festa da Desigual contem com mais imagens e mais músicas.

08 dezembro 2007

Vistos mais de perto

Outra fotografia enigmática... quem são estes três? Que metamorfose se deu nestes filhos de Deus? Porque aparecem um dia de hábito e outro como arrumadores? São perguntas para responder brevemente no sítio do costume... aqui. Agora vou dormir.

07 dezembro 2007

Vistos ao longe

Temos estado mais ausentes por motivos de trabalho... muito mesmo. Aliás, temos andado desaparecidos e a última vez que fomos vistos foi em plena Marechal Gomes da Costa. Como estávamos? É só ver... Haverá salvação para estas almas? Duvido.