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19 abril 2011

Amanhã ou depois, apareces?


Imagine-se uma praça com gente. Imagine-se que, subitamente, se pode ouvir o que vai na mente de cada pessoa - escutam-se de todo o lado estados de alma; ouvem-se desejos, memórias, projectos e fantasias. A imagem serve para expor a natureza deste concerto, um momento de partilha de emoções e histórias, reais ou ficcionadas, de um grupo de cidadãos invisuais ou com visão reduzida. No palco juntam-se aos formandos do VI Curso de Formação de Animadores Musicais da Casa da Música para, sob orientação dos britânicos Tim Steiner e Sam Mason, apresentarem um programa composto por dezenas de pequenas estórias que ganham expressão por força da música e da palavra. Misturando momentos de humor, drama e poesia, delicados ou frenéticos, Blind Date foge do guião ordenado para expor a plateia a uma torrente de narrativas que se sobrepõem, tanto se declaram como desaparecem, realizando-se através da execução instrumental, de sons harmoniosos e abstractos, de risos, diálogos ou frases soltas. Chega-se assim a um conceito de concerto teatral, ao que não é indiferente o facto de a maioria dos elementos deste elenco pertencer ao grupo de teatro da ACAPO de Braga. Dinâmica e emocional, esta apresentação coloca a plateia perante a surpresa e o inesperado, tal como acontece num blind date. - retirado do site da Casa da Música.


A sugestão é esta. Casa da Música, dias 20 e 21 às 21h. 2/5 das Vozes estão envolvidos neste projecto. Fica mal dizer que nos "vemos" por lá. Mas contamos com a vossa presença!

15 janeiro 2010

Consórcio M&M desmente.

Preparativos para a sessão fotográfica em que vemos Prendas com Fato SLB 63/64, prova factual da sessão realizada.


O Consórcio M&M vem por este meio reforçar o desmentido de que de alguma forma existe uma tentativa de denegrir a imagem de Jorge Prendas neste tasco. Apesar de tal não ser verdade, caso fosse, seria uma manobra de infiltração do melhor que já se viu. Assim sendo parecem ser necessários esclarecimentos relativamente ao novo visual deste tasco gourmet.
Depois das primeiras tentativas de voltar o membro Jorge Prendas contra este consórcio, alegando que tínhamos colocado fogo no rabo do artista, no look Natal by the Fireplace, algumas línguas viperinas insistem agora que propositadamente colocámos o artista em roupa interior no cabeçalho actual. Nada está mais longe da verdade. A imagem, conseguida num estúdio do deserto do Nevada onde, em 64, se fizeram outros filmes de temática espacial, colocámos os artistas vestidos com as 3 camadas de roupa e tralha que compõem o fato espacial Outono-Inverno 63-64, e que se compõem de uma primeira camada, que podem apreciar no Vilhas, uma segunda, que podem apreciar no Prendas e uma terceira e última que podem apreciar no Miúdo. Portanto se alguém tem razão de queixa será o Vilhas que é o mais despido. E o miúdo que ficou o mais badocha. Tomi e João Ricardo envergam também fato completo badocha. Vamos portanto deixar de alimentar a paranóia do artista que, certamente motivada por substâncias psicotrópicas, não se recorda da sua viagem ao Nevada nem de lhe terem enviado um fato de 20 kg. Respeitemos o artista. Pode parecer uma cueca, mas podemos antes vê-la como a protecção anti meteorito. E que é bem precisa porque os que caem no Nevada doem que se fartam! M&M

01 agosto 2007

Lx

Atrevo-me a dizer que, neste passado fim-de-semana, eu e os meus colegas de grupo passámos por várias experiências limite:

  • Ouvimos a Rádio Lezíria e a sua programação de luxo, na chegada a Lisboa;

  • Fizemos as principais refeições do dia à conta de senhas Fnac;

  • Cantámos em 4 Fnacs da grande Lisboa em apenas 2 dias;

  • Cantámos em 4 Fnacs da grande Lisboa em apenas 2 dias com a mesma camisa;

  • Cantámos os "Amores das Beiras" com incrustação afro-hispânica, na Fnac de Almada;

  • Perdemos o carro no parque de estacionamento do Colombo.

E é melhor ficar por aqui... muitas mais experiências limite foram vivenciadas por nós, mas terão de ficar para uma próxima.

Desta deslocação a Lisboa, confesso que fiquei um pouco desiludido: depois de tanto mimo recebido nos últimos concertos (Porto, Coimbra, Seia e Lousada), custa-me deduzir que o esmero na recepção do artísta é variável, consoante o posicionamento geográfico. Num país tão pequeno como o nosso, isto não devia acontecer. Não generalizando, porque até existiram excepções (e das boas, felizmente), acho que fomos mal habituados por gente como esta, depois quando a fasquia baixa...

Felizmente, já no Porto, a sensação de desilusão desapareceu rapidamente. Para isso bastou passar pela Rua Entreparedes e dar de caras com um restaurante dos meus tempos de estudante. Não tenho dúvidas que, esse sim, deverá proporcionar umas boas experiências limite.



Porque será que agora, sempre que passo por esta rua, a São Rosas invade o meu pensamento?