25 maio 2011
... e agora o do acordo
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16 fevereiro 2011
E em tempo de recordações...
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26 abril 2010
25A
A primeira vez que o actual quinteto, na altura sexteto, apareceu na tv, foi numa noite de 24 para 25. O ano 1994 e a apresentação é do incontornável Júlio Isidro, o homem que lançou mais bandas, cantores e afins, em todo o mundo.
Particularidade deste programa: o Rui Vilhena não pôde ir sendo substituído por um urso! Nos camarins convivemos com o Emílio Aragon, o homem que apresentava o Juego de la Oca e com os Entre Aspas da Vivianne e companhia.
Éramos todos pequeninos e gostávamos muito destas saídas porque traziam sempre festa no fim! As famosas festas do farfalho, que o Rui assim baptizou, mas que nunca ninguém soube ao certo o que significa.
Vou ensaiar!
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26 agosto 2009
Armas brancas e negras
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07 janeiro 2009
07 dezembro 2008
História
Mas voltando às imagens que encontrei por acaso no tubo, e ao Parabéns, a minha dúvida é se esta nossa participação que aqui se vê, foi aquela que fizemos no dia 7 de Dezembro de 95. É que, surpreendentemente nós fomos o grupo que mais vezes foi ao programa naquela altura. Lembro-me do Herman nos ter dito isso durante o jantar. Recordo-me de termos ido cantar num curto espaço de tempo, os Índios da Meia-Praia (já aqui exibido em horário nobre), este Di Você e o Jura (uma versão do tema do Rui Veloso) que gravámos num disco de título Espanta Espíritos, e que saiu no Natal de 95. Assim justifico a dúvida.
Dúvidas de termos cantado a 7 de Dezembro, é que não tenho. O regresso ao Porto, bem tarde, levou-me a deixar o carro estacionado num local proibido. O pensamento foi: "amanhã é feriado". Fui acordado ao meio dia pelos vizinhos. Acabava de ser multado, porque apesar de ser feriado, o comercio abria e estava a impedir qualquer coisa. Espreitei pela janela... e voltei à cama.
Por trás destas imagens, há também muitas outras histórias e estórias que começavam a ditar o fim do sexteto... mas essas, ficam para as nossas memórias.
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03 agosto 2008
Alentejo
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18 julho 2008
Guerreiro Espacial
Estes dois momentos musicais, o Per Stellas e o Guerreiro Espacial, fizeram parte de um projecto que nunca o deixou de ser. Durante algum tempo escrevemos canções de amor espacial para um espectáculo de nome "2001 - a cappella no espaço", mas que nunca chegou a ser montado. A estes temas juntavam-se ainda a Pequena Jupiteriana, o Jacarépagunaminacajurapassu, cançonetas que fazem parte do nosso disco ao vivo de 2002. Mais canções de inspiração galáctica foram feitas na altura: o She's Waiting For Her Love (que habitualmente cantamos ao vivo), o Estou Ficando Apaixonado Por Suas Orelhas, o Soy un Robot ou ainda o Robot-Corno, estes três últimos só ouvidos na nossa sala de ensaios.
Um dia, quem sabe, podemos voltar a pegar nesta silly idea, que na época nos parecia brilhante. Além das músicas, pensámos numa encenação hollywoodesca com fogo, voos razantes sobre a plateia e mulheres verdes.
Para terminar, só deixar a informação que este momento de demência foi gravado para um programa de televisão de nome Parque Maior, no ano 2000, e que só está aqui porque a nossa amiga Tany, guardou esta relíquia.
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10 julho 2008
Débora
A história até ao genérico é simples: a Ana Bola, há algum tempo que nos seguia, desde as nossas participações no Parabéns do Herman. Por outro lado é companheira de um grande músico e amigo, o baixista Zé Nabo, nosso compagnon de route na viagem de 96 a Macau. O Zé é músico do Rui Veloso, Ala dos Namorados, entre outros projectos, e fizemos com ele boa amizade no outro lado do mundo, até porque o jet-leg ajudava às noitadas. Com ele passeámos algumas noites pelos casinos de Macau, não à procura de fortuna, mas como interessados observadores internacionais.
Resultado de tudo isto, a Ana convidou-nos (em 98? 99?) para fazermos e cantarmos o genérico de um programa que andava à volta do universo pimba. Quem melhor do que nós para sermos voz desta abertura? Ninguém! Foi assim que ela pensou... e bem.
Com empenho, dedicação, profissionalismo e amor à arte (sim, porque como de costume a produtora não tinha quase verba para a criação, interpretação do genérico e separadores musicais) lá gravámos o que se ouve neste vídeo. O final, completamente silly, Nova Iorque, saiu em estúdio e lá ficou... a Ana, brilhantemente aproveitou essa evocação que fazemos ao New York, New York, e acabou o programa com a personagem a emigrar para Newark.
Alguns anos depois tive uma aluna de sua graça Débora (aliás já tive várias, o que daria para um esgalhanço sobre o gosto dos pais no momento de nomearem os filhos), que cantarolou esta linda melodia. Admirado por ela saber tão bem a parte do princípio "Débora, Débora-a" perguntei-lhe se sabia quem tinha feito aquilo. Ficou admirada quando lhe disse: eu! Nesse instante subi na sua consideração, pois ela não sabia que tinha eu contribuído para a imortalização de seu tão distinto nome. Mesmo que associando-o a uma cantora de gosto duvidoso...
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22 junho 2008
E já passaram quinze dias...
Justificada desta forma a intermitência de esgalhanços destas últimas semanas, viro-me para o álbum de recordações recentes (aquelas que o Alzheimer não perdoa) e penduro a nossa última prestação televisiva. Aconteceu há exactamente 15 dias numa gala da RTP, ou melhor, que a RTP transmitiu e que, pelo que percebi, se destinou a premiar aqueles que lá fora se distinguem nas mais variadas actividades.
Desta experiência televisiva fica a minha vontade de distinguir pela incompetência quem fez o som da emissão e da sala (duas pessoas, dois incompetentes) e que conseguiram, além de um feedback inicial daqueles que já não se usam, o incrível desequilibrio das vozes: a voz do Jony fica como solista, bem mais alto que todos os outros, e nem os três minutos de música chegaram para a alimária corrigir tal erro. Se isto fosse uma casa séria passava agora a dissertar sobre o que leva tantos músicos a optarem pelo playback, sobre a competência do pessoal técnico das diferentes produtoras e dos diferentes canais e sobre um conceito novo que ando a estudar: inteligência musical. Ouvi esta expressão num juri de exame e não mais voltei a ser o mesmo. Neste caso é de todo lícito afirmar que este técnico não tem inteligência musical.
Bom, mas como este tasco é só de passagem deixo as dissertações para outros blogs mais chatos que este. Deste dia só gostava de contar que a canção, a mesma que gravámos com galegos e para a galiza, foi escolhida pela produção. Pouco tempo antes de entrarmos em palco, estávamos falar com o Jorge Gabriel, perguntei-lhe se soaria estranho o sotaque galego. O homem disse para eu cantar sempre em português, com sotaque português, sem nada de galego e deu justificação para isso. No palco e embalado pelos bá-rá-páás esqueci-me e mandei-me pró galego. E sinceramente nem fica mal!
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18 abril 2008
O Samba
Da minha parte, não me vou preocupar muito com este assunto. Em princípio vou continuar a escrever como a Dona Mercedes me ensinou na Escola 73 do Covelo e como mais tarde a Sotôra Maria Helena Fernandes me incentivou a fazê-lo, na Filipa de Vilhena. Por modo de escrita, e não por arte, ascenderei assim à categoria de erudito, cheio de pês e hagás, de hifens, acentos obsoletos e exagero de maiúsculas. Olhar-me-ão como um arcaico, um símbolo da arte do passado, quando esgalhar palavras como baptizado, acção, harpa, ruptura ou Verão.
Do filmeco, gostaria de esclarecer que as incompatibilidades de formatos é que são responsáveis pelo alargamento das figuras. Não, estes não são fatos Elena Miró, nem o Vilhas subiu para o XXXL, nem muito menos há por aqui efeitos secundários de Depuralina. É só uma gravação 16:9. Acontece neste vídeo aquilo que acontece nas tv's dos cafés: os jogadores de futebol viram lutadores de wrestling, o José Rodrigues dos Santos parece-se com o Demis Roussos e a Sónia Araújo confunde-se com a Margarida Martins. Haja então um acordo de formatos, se faz favor!
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22 março 2008
Moçoila
No ano de 2000 fomos a um programa de televisão de nome Parque Maior. Este programa tinha uma orquestra que acompanhava os convidados, criando assim novas versões. O seu responsável era o José Marinho, amigo desde então, e que está neste momento privilegiadamente a vigiar-nos desde uma estrela.
No final do ano passado falei aqui no tasco desta nossa participação, por ocasião de uma homenagem pública ao Zé. Escrevi, nessa altura, que não guardávamos qualquer registo vídeo da nossa apresentação. Logo aí, e servindo-se dos comentários que servem de rodapé aos escritos, a nossa amiga de Lisboa Tânia, disse que nos iria arranjar essas imagens. E logo na primeira oportunidade tivemos um dvd com tudo: esta Moçoila, o Efectivamente, a Criatura da Noite com os Entre Aspas, e um trio completamente imprevisto: nós, os Entre Aspas e o Paco Bandeira a cantar uma canção popular. É esperar para ver!
Hoje deixo a Moçoila, tema do "Mappa do Coração". Nesses anos, era costume cantarmos esta balada no início dos nossos concertos, mesmo depois da saída do Mário. Aos poucos, a Moçoila foi envelhecendo e cansamo-nos dela. Talvez um dia volte ao repertório, quem sabe. Hoje reouvi-la assim, apesar dos desacertos, soube-me bem.
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24 fevereiro 2008
Hoje
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04 fevereiro 2008
Sobrinhas...
Há sensivelmente um ano atrás (isto do Carnaval não ter data fixa origina estas incertezas cronológicas) lamentava, aqui no tasco, o facto da informática me ter traído e não ter deixado colocar imagens condizentes com a época.
Teimoso como sou, esperei um ano para a vingança. Aqui está o nosso Carnaval, de frutas na cabeça, celebrado em pleno Outubro de 98, no Rivoli. Nessa altura o Herman 98, mudou-se de armas e bagagens para o Porto e era gravado no (na altura) Teatro Municipal do Rivoli. Nesta noite os convidados variavam entre o esoterismo e as conversas sobre a tentação da carne: lá estavam a Maya (que não a abelha) e seu Tarot e o Prof. Júlio Machado Vaz e as suas histórias.
Já agora aqui ficam duas daquelas histórias que fazem parte da memória do grupo. O tema Na Casa das Sobrinhas Solitárias foi feito originalmente para piano. Um dia toquei-o e o Mário Alves propôs-se fazer uma letra sobre aquilo. Não acreditei ser possível colocar palavras naquele fraseado tão recortado e que me remetia para as memórias dos chorinhos que ouvi em miúdo. Não foi preciso mais de um dia para receber uma chamada (no telefone fixo, amigos…) do Mário a cantar-me cada uma das notas com a respectiva sílaba. Tudo a bater certinho. Impossível ser melhor. O ambiente queiroziano do sobrinhismo resultou igualmente de forma perfeita. Se houve música onde a nossa dupla funcionou bem, foi esta. A gravação original foi feita no nosso segundo disco “Mappa do Coração” de 1997.
Passados uns anos estava a minha irmã num serão de Bossa-Nova no auditório da Católica e a tuna de lá cantou uma versão deste nosso tema. No fim foi apresentado como um original de um anónimo brasileiro! Sangue do mesmo sangue, não se deixou ficar e foi no fim falar com o responsável pela “alarvidade”. Para cúmulo o pobre rapaz, além de ter levado com os protestos da irmã de um dos autores, ainda confessou ser meu aluno! É óbvio que não deixei o caso assim, e nunca mais lhe dei uma positiva. Hipotequei completamente o seu futuro como músico! A vingança (tal como a que aqui celebro sobre a informática) serve-se sempre no tempo certo!
Bom Carnaval!
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Acompáñenos
Este é o título do programa que nos levou a um estúdio em Vigo, antes da actuação no Liceum do Porriño. É, como todos os programas da tarde, cheio de temas de interesse, entrevistas, tertúlias e telefonemas
Não sei se o tema motivou o convite que nos foi feito, se apenas a nossa incursão pela Galiza. A verdade é que fomos principescamente tratados por toda a produção: desde o almoço, até às horas de tédio antes de entrar em palco.
O apresentador, cujo nome me falha, também foi de uma simpatia extrema. É de Allariz, por onde passámos, e tem casa
Das imagens, chamo a atenção para o conflito capilar que existe neste grupo: eu insisto em não perder tempo a cortar as melenas, o Tomi segue o exemplo do pequeno Ruca e mostra uma testa profunda e larga e o Miúdo tenta (?) exibir uma farta barba.
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31 dezembro 2007
Os votos serão os mesmos?
O filmezinho que se segue é mais uma prova de que, de quem menos se espera, surgem as mais inesperadas reacções. Tudo se passou no início do ano passado (dia 8 ou 9 de Janeiro) no Portugal no Coração. A Merche e o Malato tinham como convidada a Marta Crawford, que fala sobre sexo de forma aberta e clara, e o Jony passou o tempo antes de entrarmos em palco a escutá-la com atenção. O resto pode ser visto aqui. Não sei se os votos do Jony foram cumpridos, nunca falamos da nossa vida privada em grupo, mas mesmo que tenham sido espero que se prolonguem per seculum seculorum... se não para ele, para mim...
Um bom ano!
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02 dezembro 2007
Totós
Não estou aqui para alimentar a polémica, nem muito menos para discordar do Jony (quando muito concordaria plenamente, só que pode parecer mal e eu sei que o Miúdo pode deprimir. Ele deprime com facilidade, diga-se de passagem), mas para dar alguns argumentos ao Miúdo. Por isso publico este deprimente momento de televisão de 1994. Quantos totós podem ver? Muitos, eu sei… o público (que só se vê no fim), os concorrentes (que acho que nem aparecem), o apresentador, ainda assim menos dourado e menos decadente do que está agora, e os cantores, que por baixo das roupas Nuno Gama escondem a essência do Totó. É ver bem a entrevista e o ar dos efebos. Neste particular, o Jony brilha a todos os níveis.
Deste dia (ou noite) recordo igualmente os milhares de totós que fizeram o histórico buzinão na ponte sobre o Tejo. Um dos momentos mais barulhentos da nossa história e que de positivo nada trouxe: as portagens subiram (muitas vezes desde lá, diga-se) e ainda alguém guarda desse dia as mais péssimas recordações, ao apanhar com uma bala perdida. Não esquecer que os irmãos Faustino, lideres de uma das claques beligerantes, acabaram por ser capa de jornal, anos mais tarde, por outros motivos... totós...
Por outro lado a prestação artística não foi a melhor. Os totós que estavam em palco tinham andado nas vésperas em grandes festejos de São João e alguns estão ali sem terem dormido nada nas noites anteriores. É a inconsciência normal de totós. Cereja no topo do bolo, foi mesmo a qualidade do som do programa. Desde o totó do som, até aos totós dos assistentes que puseram dois mini-monitores para nós os seis, tudo ajudou à festa
Se eu mandasse, instituiria este dia 25 de Junho de 1994 como dia nacional do Totó…
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25 novembro 2007
Santa Catarina
Estava eu à espera do verde para os peões no lento semáforo da esquina com a capela das Almas, quando fui interpelado por uma senhora que igualmente aguardava por ordem para avançar: “Ainda há minutos disse à minha filha que foi aqui em Santa Catarina que vos ouvi pela primeira vez a cantar. Foi pelo Natal, há muitos anos atrás. Desde aí que vos ouço com muito gosto”. É verdade! Há 16 natais atrás, no já distante ano de 1991, começámos a nossa carreira de artistas de rua, ao cantar em seis espaços comercias da cidade do Porto. Nessa altura tínhamos como técnico de som o Vilhas. Foram dias inesquecíveis, pois marcaram a primeira grande exposição das Vozes. Depois do Porto, e ainda nesse ano, seguiu-se Évora e Guarda. Uma verdadeira tournée!
Do repertório desses concertos está este Swing Low que aqui vos deixo. É uma versão completamente nossa aqui apresentada no programa da manhã Bom Dia que tinha essa mítica dupla: Juca Magalhães e Manuel Luís Goucha.
Das imagens muito há para dizer: o bigode do Goucha, o cabelo do Juca, as lindas vestes que ostentamos saídas da cabeça da D. Laura Artur, conhecida representante dos comerciantes do Porto, o cenário do programa. Caso não percebam sou o único sobrevivente desses tempos. Para quem não me reconhecer, apenas digo que foi com a silhueta que aqui apresento que uns anos mais tarde o exército português ficou privado do meu brilho. Motivo de tal perda: falta de peso. Para mim não passaram 16 anos. Passaram 20 quilos.
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15 novembro 2007
À solta na TV
Assim, e da última vez que passámos pela televisão em Lisboa, coleccionámos algumas fotos que fizemos nos estaleiros da RTP, onde se acumulam cenários de vários programas, luzes, mesas de matraquilhos e até pessoas…
As crianças deixadas à solta deram azo à criatividade e fizeram as mais elementares e básicas parvoíces. Aqui vos deixo alguns momentos dessa tarde de terça-feira, enquanto esperávamos para entrar no Portugal no Coração.
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28 outubro 2007
Sobe, sobe, balão sobe
Antes de relatar aqui a gloriosa jornada de ontem, que começou ao almoço e terminou numa ceia junto ao rio, tendo de permeio uma actuação na Fnac, recuo a terça-feira e à nossa passagem pelo Portugal no Coração.
Há 20, 30 anos atrás, o país sentava-se em uníssono em frente à tv, uma vez por ano, para assistir em directo ao festival da canção. Eu e a minha família não fugíamos à regra e lembro-me bem desses serões a preto e branco, em que acreditávamos sempre que tínhamos a melhor canção e acabávamos sempre por lutar pelo último lugar. A noite do festival era a noite mais importante do ano, quando se fala de televisão.
Nunca, mas nunca nessa altura me passaria pela cabeça que passados 28 anos eu estaria num estúdio da rtp, com a voz do “Sobe, sobe, balão sobe”, canção que em 79 representou Portugal.
Ora, na terça-feira estivemos com a Manuela Bravo, a voz desse clássico que ainda hoje os miúdos cantam, sem saberem sequer o que é festival da canção ou tv a preto e branco. Ninguém da nova geração acreditaria que na altura havia 2 canais, que começavam a emitir a partir das seis da tarde…
Aqui fica a canção de 79 (o ano em que o nosso Miúdo nasceu), para matar saudades e a nossa foto com a Manuela. Fica também a imagem do saudoso Thilo Krassman, com quem nos cruzámos há já uns anos nos estúdios da Edipim. É, começámos a ficar velhos…
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