26 janeiro 2010

Pequenas artistas…

Conforme tínhamos anunciado, no passado Domingo estivemos em Guimarães, mais propriamente na FNAC do Guimarães Shopping para apresentar o “Ora vejam lá”. Foi uma tarde diferente para o povo vimaranense e para nós também que ainda não havíamos pisado aquele “solo minhoto”.
Nestas coisas e por norma há sempre alguém do “staff” que faz a cobertura fotográfica para que haja um registo das nossas visitas…nem sempre nem nunca, como diz o outro, mas muito frequentemente lá temos os nossos clicks.
Desta vez decidimos ir mais além… passar a máquina para as mãos de duas pequenas fãs de 5 e 6 anos e dar-lhes a liberdade de fotografar o “show case”…foi um acto arriscado, concordamos, mas é assim de pequenino que se aprende e como pedagógicos que somos gostamos de incentivar a criançada.
O resultado final foi admirável: fotos bem enquadradas, pouco tremidas e incisivas! Um trabalho perfeito.
Um muito obrigada à Margarida e à Maria, as novas fotógrafas ao serviço das Vozes! :)

E aqui vão algumas pérolas da reportagem:
Jorge Prendas em grande estilo

Momento de animação...

Vilhas concentrado
Perspectiva geral

Jony em grande performance


Um fã feliz...

Conspiração ao Tomi???

Perspectiva à audiência...

As duas artistas!

25 janeiro 2010

Depressão

Falava há tempos de uma depressão para postar algo entre o saudosista e o lamentável... Pois como diz o povo, depois da tempestade vem a bonança, o que quero dizer, no caso depois de muito fazer faz-se menos um bocadinho. Assim, depois de se olhar para o umbigo olha-se para os lados e vê-se, depois da chuva o sol. Mas como a tradição nunca é o que era, a seguir a um Quioto vem uma Copenhaga, a seguir a um Sócrates vem outro, a seguir à descida dos combustíveis vem a subida do preço, a seguir ao Iva a 20 vem a 21, a seguir à deflação vem a inflação, a seguir a uma crise vem outra... O melhor é habituarmo-nos a viver neste pandemónio. Já era assim quando andava aí aquela peste mais escura.
Bom, já me justifiquei o suficiente, agora já ninguém vai achar tão mau... não os cantores mas os idiotas que de um sexteto fizeram ouvir um quarteto.

24 janeiro 2010

Hoje, Guimarães

A loja da Fnac em Guimarães foi inaugurada no final do ano que acabou e por isso mesmo ainda não a conhecemos. No entanto, com a experiência que temos dos palcos fnac do país todo, podemos assegurar que nesta fnac há um fórum, uma cafetaria e um palco, hoje montado com 5 tripés.
Às 17 horas, estaremos lá para apresentar o nosso dvd+cd Ora Vejam Lá! e, como bónus nesta fnac, o álbum "Pérolas e Porcos". Será a primeira loja a dispor do nosso disco maldito, o tal que aproveitou algumas pérolas, bem como muita porcaria produzida nos últimos 6 anos.
Apareçam, depois façam uma visita à Penha e um passeio pelo castelo.
Até logo, então.

20 janeiro 2010

E amanhã onde estaremos?

Onde será que amanhã os meninos vão estar? Confesso um certo fascínio por aqueles concursos televisivos em que há palavras para completar. Coisas como P_ R TUGAL N_ C_RAÇÃ_ e onde depois a apresentadora diz que a letra que falta também está em palavras como Ontem, Obra ou Olga. E depois, para aqueles que são de facto muito inteligentes e clarividentes, há uma linha de valor acrescentado para mandar a resposta certa.
O que me fascina, além do grau de dificuldade, é haver quem telefone, quem gaste dinheiro com a miragem de um prémio pouco significativo, sobretudo atendendo à pequeníssima hipótese que se tem de ganhar.
Por isso, amigos, amanhã e de borla, sem terem de gastar, podem ver estes vossos amigos num programa de televisão, da parte de tarde e num canal que começa com R e acaba em P. Vamos lá adivinhar qual é...

17 janeiro 2010

Filhos do Céu

É bom quando nos sentimos verdadeiros filhos do Céu, ainda que por vezes passemos por maltratados enteados, como se pode ler no escrito e comentários colocados aqui em baixo.
Filhos do Céu é também um título de uma canção do nosso segundo álbum "Mappa do Coração". A história de província de um amor de verão entre a Madalena Paz dos Anjos e o emigrante de férias na terra. No fim tudo se consumia nos acentos de couro do carro do tio Zé, tendo a falésia como cenário.
Quando estivemos em Águeda, em Junho passado, fomos agradavelmente surpreendidos por um quinteto de metais que nos prestou este bonito tributo: uma versão metaleira para a nossa canção.
Hoje chegou-me o link aqui ao escritório e rapidamente o ponho em exposição no plasma do tasco.
Sejam todos filhos do Céu, mesmo que façam o diabo a quatro.
Boa semana.

15 janeiro 2010

Consórcio M&M desmente.

Preparativos para a sessão fotográfica em que vemos Prendas com Fato SLB 63/64, prova factual da sessão realizada.


O Consórcio M&M vem por este meio reforçar o desmentido de que de alguma forma existe uma tentativa de denegrir a imagem de Jorge Prendas neste tasco. Apesar de tal não ser verdade, caso fosse, seria uma manobra de infiltração do melhor que já se viu. Assim sendo parecem ser necessários esclarecimentos relativamente ao novo visual deste tasco gourmet.
Depois das primeiras tentativas de voltar o membro Jorge Prendas contra este consórcio, alegando que tínhamos colocado fogo no rabo do artista, no look Natal by the Fireplace, algumas línguas viperinas insistem agora que propositadamente colocámos o artista em roupa interior no cabeçalho actual. Nada está mais longe da verdade. A imagem, conseguida num estúdio do deserto do Nevada onde, em 64, se fizeram outros filmes de temática espacial, colocámos os artistas vestidos com as 3 camadas de roupa e tralha que compõem o fato espacial Outono-Inverno 63-64, e que se compõem de uma primeira camada, que podem apreciar no Vilhas, uma segunda, que podem apreciar no Prendas e uma terceira e última que podem apreciar no Miúdo. Portanto se alguém tem razão de queixa será o Vilhas que é o mais despido. E o miúdo que ficou o mais badocha. Tomi e João Ricardo envergam também fato completo badocha. Vamos portanto deixar de alimentar a paranóia do artista que, certamente motivada por substâncias psicotrópicas, não se recorda da sua viagem ao Nevada nem de lhe terem enviado um fato de 20 kg. Respeitemos o artista. Pode parecer uma cueca, mas podemos antes vê-la como a protecção anti meteorito. E que é bem precisa porque os que caem no Nevada doem que se fartam! M&M

14 janeiro 2010

Rotinas e Rituais

Antes de mais, aproveito para desejar a todos os consumidores do tasco dos badochas em cuecas um excelente 2010.

Outro dia, dei por mim a pensar em certos rituais que acontecem nos dias em que há concertos. A maior parte deles dá-me bastante prazer. Sejam as conversas parvas que fazem doer a barriga de tanto rir, quando vamos todos na carrinha... Ou o cheirinho a pão com chouriço e também a queijo (porque o Zé António nunca se esquece que não alinho muito no chouriço) que o Zé compra para a malta não ficar com fome... Tudo isto porque as máquinas não param! Quando chegámos aos locais dos concertos, normalmente temos de esperar que a maquinaria pesada esteja montada e afinada. Enquanto isso, gostámos sempre se sulfatar, ou seja, dar uma voltinha pelas redondezas. Enquanto uns aproveitam para continuar as conversas parvas supracitadas, outros aproveitam para dar largas à imaginação e desenvolvem outras expressões artísticas. Foi o que aconteceu no passado dia 20 de Dezembro, em Aveiro.

Pensei também no tempo em que se faziam rituais interessantes a sul... Todas as sextas-feiras de Janeiro e Fevereiro de um longínquo ano, estivemos no casino do Estoril a animar as noites do WonderBar... O pós-concerto era quase sempre passado com o Monge & amigos, Leonor, Manel Paulo... Boas conversas e sandes igualmente boas a acompanhar. Levantar no dia seguinte, passar por Belém e encher a cara com os famosos pastéis fazia sempre parte da rotina dos sábados a seguir aos concertos. A viagem de regresso a casa corria sempre melhor!
Há, de facto, rituais ou rotinas que podem dar prazer. Aprendi isso rapidamente quando entrei para as VdR. Já lá vão 10 anos...

13 janeiro 2010

Alguma inspiração

Por vezes, entre conselhos de amigos e passeios internáuticos, descubro verdadeiras pérolas de bom gosto musical e bom gosto visual.
Foi isso que aconteceu com este vídeo que hoje aqui vos deixo e que mostrei logo ao nosso videoman Carlos Figueiredo. Como quase tudo que lhe mostro, ele percebeu o desafio, mas disse-me logo: isto só para paciência de asiático.
Seja como for, ainda bem que há gente com muita paciência, e acima de tudo, com uma enorme criatividade para nos mostrar o que se pode fazer com câmaras e computadores.
E agora vou dormir.

09 janeiro 2010

Guerreiro Espacial

Não posso deixar de dar as boas-vindas a esta nova e espectacular paisagem que tenho pela frente. Sim, é o nosso tasco em versão futurista, numa fantástica produção M&M. Miguel e Manela parabéns e obrigado pela decoração!
Parece que foi combinado, mas não. Tinha, pelos dias de Natal, encontrado este vídeo que penduro aqui em baixo. É uma canção absurda de uma série de canções que fizemos de temática espacial. Tudo fazia sentido na nossa cabeça: fazer um repertório apenas de inspiração espaço-galáctica, baseado nos nossos ídolos de juventude. Captain Kirk, Mr. Spock, as desventuras da nave Alpha, o Buck, as sequelas do Star Trek, o Espaço 1999, o Battlestar Gallactica... Todos contribuímos para um número muito razoável de memórias cósmicas e várias foram as músicas produzidas na altura. "Per Stellas", "O guerreiro espacial" e "Pequena Jupiteriana" foram inclusivamente gravados no nosso disco ao vivo de 2000 "Som Maravilha dos Senhores". De fora ficaram pérolas como "Estou ficando apaixonado por suas orelhas", "Soy un robot de otra galáxia" ou "She's waiting for her love". Alguns destes fomos cantando até há pouco tempo nos nossos espectáculos. Outros nem sequer foram estreados.
A parte engraçada da história é que "2001, a cappella no espaço" foi uma das nossas quatro propostas para o Porto 2001, que nunca obteve resposta e que deve ter morrido na secretária de alguma ameba. Era um espectáculo só com estas canções e que entre outras coisas propunha alguns efeitos espaciais (e especiais também) como o quinteto a sobrevoar a sala enquanto cantava. Boa desculpa para as desafinações, como devem perceber...
O 2001, a cappella no espaço não passou de uma ideia... façamos agora o 2010, odisseia no tasco. Um espaço de cultura, de mensagem e de amizade, sempre ao seu dispor!

06 janeiro 2010

Para fechar o Natal

Dia de Reis! Dia de caramelos aqui ao lado, dia de bolo-rei aqui na terra. No tasco já se partiram fatias para todos e assim marcámos dignamente mais um 6. Celebrar é connosco! Não fica de fora o brinde com Porto (e ficam a saber algo sobre a nossa intimidade: no nosso escritório/local de ensaio/espaço de rambóia) há sempre uma garrafa de Porto, sponsored pelo Jony. O aquecimento vocal também passa por gestos como este...).
Sobre os três Reis magos, confesso que nunca percebi para que é que alguém oferece mirra a um Menino, filho de Deus. Lá o ouro parece-me bem. O incenso... lá está, o incenso está para o Menino, como os roll-on de marca estão para os viventes deste milénio. É algo que pode dar jeito, mas não é nada que se peça em carta ao Pai Natal. Depois há a mirra... para mim é como se me oferecessem o último do Dan Brown. Agradecia e ia directo para os arrumos à espera dos senhores da Remar para mais um carregamento de entulho.
Talvez marcadamente racista tenha sido a minha prelecção aos meus rebentos quando os tentei convencer que o Baltazar nunca poderia levar o ouro. Racista e injusta, porque se por acaso o Baltazar se chamasse dos Santos, de certeza que levava o ouro e diamantes ao Menino. Mais, tentava logo comprá-lo para assim o poder juntar à vastíssima carteira de títulos que os dos Santos têm por todo o mundo civilizado e não só...
Antes que o dia termine, deixo-vos então 5 Reis Magos, com um Baltazar e tudo, a cantar We three kings of Orient are. Estes 5 do Oriente, só mesmo se forem da gare, como diria o Tomi...

05 janeiro 2010

Por falar na rouca

Serve também este blog para se fazer notar o que se vai fazendo na senda do melhor grupo Acapella português. Em Junho passado umas centenas de pessoas cantaram e uns milhares ouviram um dos mais belos hinos à nossa cidade do Porto.
Bom 2011, pois ouvi hoje o mestre Camilo Lourenço a dizer que Portugal está prestes a entrar em bancarrota (seja lá o que isso for, não me parece muito bom...).

01 janeiro 2010

Para começar o ano

Este nosso tasco serve também de memórias do quinteto que, agora em 2010, prepara-se para comemorar 19 anos de a cappella.
Já aqui deixei algumas estórias da história do grupo. Esta, no entanto, ainda não foi aqui relatada e, porque hoje lembrei tão claramente dela, resolvi passa-la já a formato digital, não vá a minha memória se derreter à velocidade dos pólos.
Dia 1 de Janeiro de 2001, estava a começar a sentir aquele torpor de fim de almoço de primeiro dia do ano, quando achei que mais valia reagir e agir, do que atirar-me àquela inutilidade. Assim, comecei a falar com o Mário Alves sobre a canção que faltava no nosso espectáculo "Mais Perto - Uma produção comunicativa", feito para a inauguração do Museu dos Transportes e Comunicações do Porto.
O Museu tinha sido inaugurado, num espectáculo formal e para convidados, no dia 13 ou 14 de Dezembro de 2000 e tínhamos feito apenas 45 minutos de música, porque assim era desejo da organização. Em Janeiro iríamos voltar a repetir o concerto mas para o público em geral, e aí a duração deveria ser maior.
Da conversa por telemóvel à chegada do e-mail com a letra sobre o eléctrico, foram poucos minutos. O Mário de um lado atirou-se à escrita, eu do outro recebi as palavras e fiz-me ao caminho da canção, que desde o início quis que soasse a algo cinematográfico, algo muito datado, época de ouro do rádio, do eléctrico e do "cinema paradiso".
Assim a meio da tarde, o eléctrico, ou "Rouca vai a campaínha" estava feito. Depois foi fazer o arranjo, ensaiar e apresentar, tal e qual está aqui em baixo no dia 10 ou 11 de Janeiro, já não me lembro das datas.
Para o "Rouca vai a campaínha" os parabéns por estes 9 anos.
Bom ano.

31 dezembro 2009

Boas Festas

E, para não fugir ao habitual destes dias, aqui vos deixo os nossos votos de Boas Festas, na versão mais swing que já fizemos até hoje. Este foi o nosso postal de Natal de há dois anos e foi gravado pelo nosso amigo pluriartista Miguel Marafuz, que tem assinado as capas das Vozes desde o álbum Natal.
Na altura estávamos a gravar os vídeos para o "H de harmonia", que apresentámos na Casa de Música. O pouco habitual traje de ensaio inspirou-nos para este belo momento artístico.
Tenham um excelente 2010. Da nossa parte prometemos o melhor DVD do ano. O melhor DVD das Vozes, por certo. Vão estando atentos aqui ao tasco.

27 dezembro 2009

Do século passado

Estes dias, sem muito que fazer, servem, quantas vezes, para encontramos relíquias na net. Foi exactamente isso que se passou comigo quando hoje tropecei neste vídeo.
A verdade é que em Junho de 2010 estarão passados 16 anos do dia em que nós e mais umas dezenas de músicos subimos ao palco para o grand-finale do "Filhos da Madrugada". Antes deste tema do Zeca, tinham já sido apresentadas as canções do álbum "Filhos da Madrugada" por grupos como os GNR, Madredeus, UHF, Resistência, Xutos, Sitiados, Delfins, Sétima Legião e tantos outros mais que na década de 80 e 90 estavam em plena actividade. Nesse dia também o (na altura) sexteto "Vozes da Rádio" apareceu a cantar os "Índios da meia-praia" e nada melhor do que fazê-lo para 50 ou 60 mil pessoas, nunca soubemos bem porque não deu para contar do palco do Estádio de Alvalade.
O final foi assim como aqui se vê: tudo em palco depois de um dia longo nos camarins. Todos num constante entra e sai de palco e com um abundante catering. Na altura para nós, alguns com menos de 20 anos, foi uma experiência incrível, estar ali ao lado de todos aqueles consagrados. Pela primeira vez falámos com o Reininho e com o Godinho e nunca nos passou pela cabeça que passados tantos anos estaríamos a convidá-los para o nosso "Sete e Pico". Também aí conhecemos o Aguardela ou o Ildo Lobo, a voz dos Tubarões que canta este "Venham mais cinco", e que infelizmente já morreram.
Deixo-vos então com a festa como aperitivo para a passagem de ano. Deixo-vos também o desafio de nos reconhecerem aqui no meio. De pista fica a indicação de que usávamos fatos azuis pintados à mão, numa criação do Nuno Gama para nós.

24 dezembro 2009

Estreia de Natal

E, tal como prometi, aqui fica a estreia absoluta deste Natal: "O verdadeiro milagre de Natal", criação nossa e feita aproveitando a última noite de ensaio antes do Natal. O vídeo teve a preciosa ajuda do nosso amigo realizador Carlos Figueiredo.
Transpira amor, carinho, fraternidade. Transpira Vozes da Rádio... e agora deixo-vos com esta sensacional premiere e vou transpirar para a cozinha.
Feliz Natal!

23 dezembro 2009

Mês de Natal IV

Os postais de Natal das Vozes da Rádio começam a ser um objecto artístico muito apreciado nesta altura do ano. Pura cultura, pura arte, as Vozes passaram estas últimas duas noites a fazer uma nova mega-super produção que será aqui revelada amanhã.
Como recordação e para aguçar o apetite, deixo-vos aqui o postal do ano passado, pleno de sentimento, de harmonia e de amor.

20 dezembro 2009

Mês do Natal parte III

E porque daqui a pouco há cantoria em Aveiro, guardei para hoje as imagens novas por aqui no tasco, do "José Embala o Menino" tal e qual saiu em 2003 em Angra do Heroísmo.
Esta canção popular portuguesa é das que mais me dizem por estas alturas de Natal. Inesquecível para mim, a vez em que a cantamos (julgo que em Pontevedra) com a Uxía. No final fez-se um silêncio profundo antes do aplauso. Foi daquelas vezes em que fica um nó na garganta e parece que não se consegue dizer mais nada.
Bom, e agora vou ter com os outros para seguirmos para sul.
Até já no teatro Aveirense.

16 dezembro 2009

Vozes em Aveiro - dia 20, 18h - A esgotar!

Será na sala principal do Teatro Aveirense o espectáculo do próximo Domingo, dia 20 de Dezembro! Para os mais distraídos fica o aviso que a sala está quase esgotada! Apressem-se!

15 dezembro 2009

Natal do Barão

Era segredo, sim senhor, que até o Tomi disse aqui em baixo "schhh, que é segredo!". Continua a ser segredo porque ainda ninguém viu, nem nós aqui abriremos mais o livro do que aquilo que transcrevo ipsis verbis do Jornal Notícias.
Sim, é verdade, as Vozes estão no cinema! E antes de fazer um descarado copy+paste do JN, resta-me citar esse pensador do Beatles, Ringo Starr e dizer: they're gonna put me in the movies/they're gonna make a big star out of me/we'll make a film about a man that's sad and lonely/and all I gotta do is act naturally!
Palavra então ao JN e ao jornalista João Antunes:

Edgar Pêra terminou rodagem do novo filme

2009-12-12

JOÃO ANTUNES

Nuno Melo é o protagonista da versão para cinema que Luísa Costa Gomes escreveu com base na novela homónima de Branquinho da Fonseca.

Nos estúdios da Cinemate, a produtora do filme, perto de Loures, o clima é feérico. As Vozes da Rádio, com a tuna Tocá Rufar e o grupo musical do Centro Etnográfico de Famões, preparam ao pormenor a rodagem de uma cena crucial de "O barão", sob um cenário representando a arquitectura dura da pedra de uma aldeia beirã.

"A cena da tuna é central ao livro de Branquinho da Fonseca. É a apoteose não só do barão e das outras personagens como da própria aldeia. É o circo romano, a festa para o povo. Aquele momento em que todas as pessoas estão a participar, mas manifestam, ao mesmo tempo, um certo desprezo, ou até mesmo ódio, por aqueles que os governam. Sobretudo, desprezo." Explica o realizador, Edgar Pêra, a cena a cuja rodagem acabáramos de assistir.

Jorge Prendas, líder do grupo vocal Vozes da Rádio, formado no Porto em 1991, é uma espécie de maestro de toda a cena, de grande complexidade coreográfica e vocal. "Estamos praticamente desde Maio a trabalhar na ideia sonora que o Edgar tem e que nos começou a transmitir há não sei quanto tempo. E essa, sim, é mais complexa porque é a utilização apenas de sons vocais durante todo o filme", refere. E acrescenta: "Não gostamos de que as nossas vozes fiquem escondidas atrás do microfone. Também gostamos deste lado visual."

Nuno Melo, protagonista do filme, representa uma personagem de recorte vampiresco, mas, afinal, uma metáfora para os jogos de poder, na altura em que o livro foi escrito, nos anos 40, ou ainda hoje. "A história é intemporal. Barões sempre houve e ainda há. Desde há muito tempo que existem algumas ilhas isoladas, tanto faz o tamanho, em que os senhores se apoderam da alma e do corpo de todos os outros", diz Edgar Pêra, embora desdramatize a carga mais política do texto. "É apenas o tapete onde o filme assenta. Não é um filme de grande mensagem. Joga muito mais com a imaginação do próprio espectador."

Além dos aspectos temáticos, sempre irreverentes, o cinema de Edgar Pêra, que já contactara com o universo de Branquinho da Fonseca no projecto ainda não estreado de "Rio turvo", é quase sempre sinónimo de diferença, em termos narrativos e visuais. "O diferente é sempre relativo", afirma o realizador. "Interessava-me muito explorar os movimentos de câmara por oposição a essa componente mais forte que tenho de montagem, de fragmentação. Interessava-me mais uma noção de continuidade. A evolução é mais no sentido da fluidez. O que me interessava era criar um certo tipo de cenários em que pudesse analisar as relações de poder".

Este aspecto do filme cruza-se com a mitologia vampiresca, desde logo perceptível pela caracterização da personagem central. Mas não é um puro filme de terror o que se espera do novo trabalho de Edgar Pêra. "Não me interessa os dentes afiados, nem as mordidelas de pescoço, nem o sangue a jorrar", esclarece o realizador. "Interessa-me a imagem do Drácula, para as pessoas terem um referente, mas para depois perceberem que não é uma personagem fantástica, mas uma personagem real, enraizada nas microditaduras que há para aí".

E só (ainda) para nós Vozes: tum-tum-tum... tum-tum-tum-tum!


14 dezembro 2009

Feliz Natal!

Feliz Natal!

O senhor responsável pela Tap disse-me que agora que os combustíveis estão muito mais baratos a empresa melhorou financeiramente. Pois eu vou comprar um avião. Parece que os combustíveis estão mais baratos. Eu hoje meti gasolina já a um preço muito próximo dos valores que nos levaram a esta dita crise. O hábito faz o monge... e por falar nele: http://versalhadas.blogspot.com/

Feliz Natal!

Há uns anos atrás, toda a gente se indignava com todo o engalanar do comércio para a temática do Natal. Pois a moda está já a chegar aos nosso queridos canais de televisão. Quase um mês antes do Natal já começavam a apresentar galas de Natal. Por falar em Natal... o DvD "Ora vejam lá" está aí para fazer feliz o menino e a menina.

Feliz Natal!

E por falar em DvD, lá andamos nós pelas Fnacs, já que não temos feiras medievais para nos fazermos chamar de Trovadores, lá vamos nós aproveitando outras feiras e esta Quinta também vamos ao Natal dos hospitais... lá para a hora do almoço...

Feliz Natal!


Já em 2007 andavamos pelas Fnacs e já nessa altura o menino Miguel nos olhava de forma artística e gráfica, já a menina Manuela nos olhava a fazer contas e papeis e telefonemas... Fnac de Gaia então...